domingo, 17 de agosto de 2014

Agosto um mês que gosto e representa muito....



Uma Ideia.
Nesse seu artigo Luiz Veríssimo ironiza o mês de agosto quando deveria deixar de existir e passar de julho para setembro.
De acordo com o dicionário do Aurélio, ideia é representação mental, projeto, imaginação, opinião, mente, lembrança, memória.
Quando se pensa, idealiza, vêm desejos provindos da imaginação, tal qual sentíamos quando criança ao nos ameaçarem, cuidado com o "boi da cara preta, com o saci, eles vêm te pegar".
Essas mal fadadas facetas da vida são os baixos recursos que dispunham as pessoas educadoras para melhor ambientar o espaço que vivíamos e vivemos hoje.
Dizer que o número 13 remete às maldições, ao dia azarado e  seguir o exemplo de hotéis americanos eliminando o 13º andar na sinalização no elevador, substituindo pelo nº 14, isto é, pulando do 12º para o 14º, isso pode ter contribuído para a redução dos suicídios ao deparar-se com o 14º andar.
Ora, as pessoas estavam no 13º pavimento e a influência do ambiente sugeria o 14º andar como indicado no visor.
Percebam pessoas, uma representação mental de um local não adequado ao suicídio o 14º andar e isso o ser humano pode ser orientado, educado quanto a grandeza de criação em nossa mente para o que é bom. O cérebro não sabe se é verdadeiro ou não, sugere-se, portanto criando um mundo melhor, saboroso de viver e em qualquer mês do ano. Chô superstição.
Agosto, dizem os supersticiosos, mês do desgosto. Sim desgosto, azar para aqueles com baixa autoestima em que amar a vida, as pessoas, pouco representa para seu caminho, para o seu diligenciamento de sua meta de vida.
Veríssimo diz que "o Brasil já é um país tão diferente dos outros que a mudança do calendário com a eliminação do mês de agosto, seria apenas uma excentricidade a mais".Eliminar a cada um de nós é sem sentido, pois o Brasil se faz com a ação de cada um de seus filhos para ser melhor, não é?
Agosto sim! um mês que gosto e de gosto, a data 10 de agosto em que nasci na cidade do ALEGRE para alegrar a meus pais e familiares, pude aqui em Jardim da Penha comemorar e confraternizar nesse ano de 2014 com pessoas amigas e foi prazeroso....
Imaginem se deixasse de existir? êta criação mental limitante......

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Liderança é Comunicação


Liderança é Comunicação
Autor: Aragão

Toda organização é única e tem a sua razão de ser, como todo ser humano. Cada empresa tem sua história, sua cultura, seus valores, sua missão.
O crescente aumento da competitividade interna e externa tem cobrado das organizações, ações que as coloquem num patamar cada vez mais diferenciado, requerendo de seus colaboradores, liderança e comunicação mais eficaz, sustentada no aumento da competência - conhecimento, habilidade e atitude.Um grande número de empresas, através da sua cultura organizacional, coloca pessoas que se destacam em suas atividades por bom desempenho, na gerência e na liderança da organização, acreditando que elas se desenvolvam da mesma forma. 
A maioria dos gerentes possui uma formação técnica profissional e acadêmica com grande experiência no negócio, mas sem um aprendizado em gerir pessoas, sem saber como comunicar-se com elas ao assumir o papel estratégico de líder no processo de informação.
Pelo que parece as pessoas julgam as culturas dos outros pelas próprias e de uma forma consciente ou inconsciente, acreditam que só aquilo que elas fazem é o correto.
A busca por talentos que façam a diferença para o negócio tornou-se uma premissa básica para as empresas competitivas. Mas para que esses profissionais agreguem valor, eles precisam atuar em equipe e, conseqüentemente necessitam de um líder que seja capaz de influenciá-los e levá-los a obter resultados positivos. No entanto, isso só será uma realidade se a liderança souber comunicar, pois sem essa competência é provável que as metas traçadas não saiam do papel.
A capacidade de comunicação deve ser inerente ao líder para haver engajamento, comprometimento dos colaboradores na estratégia de aproximação com a empresa.Muitos dos problemas que ocorrem em uma organização são resultados direto das pessoas,  das lideranças sem uma comunicação eficaz, pois, a responsabilidade cabe ao emissor.
Uma comunicação defeituosa causa a maioria dos problemas organizacionais, conduz a confusão e tende levar com que um bom planejamento falhe.
Os problemas de comunicação, no entanto, muitas vezes nem são considerados ou lembrados pelas pessoas, pelas lideranças – e não seriam exatamente estes os que estão na base dos grandes conflitos dentro das empresas, desmotivando, sabotando decisões, ações e metas?
Os líderes estão alinhados com a cultura da organização e têm o conhecimento do seu papel no processo de uma liderança eficaz?
A liderança deve ter uma ampla percepção dentro de uma cultura organizacional que muda constantemente ao se comunicar com diferentes pessoas em determinadas situações e influencia sobre o comportamento das pessoas, pois, o líder não é chefe, ele tem atribuições que deixam seus membros à vontade ao aplicar o estilo de liderança em diferentes situações com uma comunicação clara que levem as pessoas a agirem e darem o melhor de si para o atendimento dos objetivos da organização.
Neste contexto, a Programação Neurolinguística exerce uma forte influência no desenvolvimento potencial para reestruturar a realidade individual e coletiva da empresa, utilizando ferramentas como ponte ao futuro, rapport, níveis neurológicos, metaprogramas, metamodelo, ancoragem, pressupostos, modelo acerte, tots, etc.
Portanto, para influenciar pessoas é necessário que a liderança assimile que a comunicação é fator primordial para um excelente entendimento, lidar com pessoas, conhecer os objetivos e que recursos são necessários para atingir as metas.
Quando estes aspectos estiverem claros, ficará mais fácil motivar os colaboradores, a fim de atingirem os objetivos propostos.


segunda-feira, 31 de março de 2014


Princípios pouco observados, levando o entendimento por ação de cada um....

Os 14 princípios de Deming

Os denominados "14 princípios", estabelecidos por Deming, constituem o fundamento dos ensinamentos ministrados aos altos executivos no Japão, em 1950 e nos anos subseqüentes. Esses princípios constituem a essência de sua filosofia e aplicam-se tanto a organizações pequenas como grandes, tanto na indústria de transformação como na de serviços. Do mesmo modo, aplicam-se a qualquer unidade ou divisão de uma empresa.

São os seguintes:

1º princípio: Estabeleça constância de propósitos para a melhoria do produto e do serviço, objetivando tornar-se competitivo e manter-se em atividade, bem como criar emprego;
2º princípio: Adote a nova filosofia. Estamos numa nova era econômica. A administração ocidental deve acordar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidades e assumir a liderança no processo de transformação;
3º princípio: Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade. Elimine a necessidade de inspeção em massa, introduzindo a qualidade no produto desde seu primeiro estágio;
4º princípio: Cesse a prática de aprovar orçamentos com base no preço. Ao invés disto, minimize o custo total. Desenvolva um único fornecedor para cada item, num relacionamento de longo prazo fundamentado na lealdade e na confiança;
5º princípio: Melhore constantemente o sistema de produção e de prestação de serviços, de modo a melhorar a qualidade e a produtividade e, conseqüentemente, reduzir de forma sistemática os custos;
6º princípio: Institua treinamento no local de trabalho;
A liderança deve monitorar e reforçar o entendimento do processo...
7º princípio: Institua liderança. O objetivo da chefia deve ser o de ajudar as pessoas e as máquinas e dispositivos a executarem um trabalho melhor. A chefia administrativa está necessitando de uma revisão geral, tanto quanto a chefia dos trabalhadores de produção;
O engº civil deve agir no campo, o administrador ou engº de produção cabe a administração...
8º princípio: Elimine o medo, de tal forma que todos trabalhem de modo eficaz para a empresa;
O entendimento do que se fazer deve ser claro e de responsabilidade hierárquica...
9º princípio: Elimine as barreiras entre os departamentos. As pessoas engajadas em pesquisas, projetos, vendas e produção devem trabalhar em equipe, de modo a preverem problemas de produção e de utilização do produto ou serviço;
A integração e interdependência entre setores deve ser uma prática e requer treinamento...
10º princípio: Elimine lemas, exortações e metas para a mão-de-obra que exijam nível zero de falhas e estabeleçam novos níveis produtividade. Tais exortações apenas geram inimizades, visto que o grosso das causas da baixa qualidade e da baixa produtividade encontram-se no sistema, estando, portanto, fora do alcance dos trabalhadores;
11º princípio: Elimine padrões de trabalho (quotas) na linha de produção. Substitua-os pela liderança; elimine o processo de administração por objetivos. Elimine o processo de administração por cifras, por objetivos numéricos. Substitua-os pela administração por processos através do exemplo de líderes;
12º princípio: Remova as barreiras que privam o operário horista de seu direito de orgulhar-se de seu desempenho. A responsabilidade dos chefes deve ser mudada de números absolutos para a qualidade; remova as barreiras que privam as pessoas da administração e da engenharia de seu direito de orgulharem-se de seu desempenho. Isto significa a abolição da avaliação anual de desempenho ou de mérito, bem como da administração por objetivos
13º princípio: Institua um forte programa de educação e auto-aprimoramento.
No treinamento deve ser previsto uma reciclagem para o entendimento do processo...
14º princípio: Engaje todos da empresa no processo de realizar a transformação. A transformação é da competência de todo mundo.
Fonte: DEMING, W. E. Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 1990.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Se você ainda não tem definido que caminho deseja seguir e aonde quer chegar e, quais valores irão nortear esta sua caminhada, qualquer caminho servirá para você, pois qualquer um o levará para algum lugar.



Os Três Pilares de uma empresa      

Quando se trabalha em equipe num ambiente sadio de modo integrado e interdependente, é fundamental que cada membro tenha uma noção clara de quais são os alvos, os princípios, o que é importante para alcançá-los, e de que maneira a empresa enxerga este alvo diante de si.  


 A missão, visão e valores são chamados os pilares de sustentação da empresa para a liderança, qualidade do produto ou serviço prestado e para tal deve ser reavaliada periodicamente para a melhor alternativa de se encaixar às necessidades do mercado. 

A missão de uma empresa está intimamente associada não só a seu papel enquanto geradora de lucro, mas também ao seu objetivo social, de desenvolvimento de pessoas, e de realizações que contribuam para o sucesso da economia e do próprio mercado.  A missão deve ser a essência que deve ser sentida e vivida por todos os colaboradores conduzindo às ações em prol de objetivos financeiros, humanos e sociais.

A visão são convicções e compreensões de que maneira os recursos materiais e humanos são encarados nesta trajetória e o que se pretende alcançar em nível permanente e a longo prazo. Trata-se de algo extremamente importante, pois determinam o planejamento estratégico, os focos de investimento, desenvolvimento, trabalho, e contratações de talentos, fundamentais para se alcançar os objetivos. .

Valores são princípios, ou crenças, que definem que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões de todas e quaisquer pessoas, que no exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos, estejam alinhados e executando a Missão, na direção da Visão. “E isso terá um papel cada vez mais importante, tanto nas decisões de compra dos consumidores, quanto na atração de talentos para ocupar as suas vagas”, afirma Renata Magliocca, gerente de inovação da Cia de Talentos.


Para se tornar eficaz o triângulo, Missão, Visão e Valores devem ser assimilados por toda a organização, cabendo às lideranças a responsabilidade de conhecer, entender para a conscientização e comunicá-las regularmente levando os colaboradores a alinharem a sua Visão com a Visão da organização.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

"Quem tem melhor foco é relativamente imune as turbulências emocionais, tem mais capacidade de se manter calmo durante as crises e de se manter no prumo apesar das agitações emocionais da vida"

“Não temos tempo para refletir”
Daniel Golemam

Ph.D da Universidade Harvard afirma que enquanto a tecnologia e o excesso de informações geram distrações a cada minuto, cria-se uma geração sem foco, com dificuldade de concentração.

Os gerentes devem entender que para bons resultados, suas equipes precisam ter tempo para se concentrar.

Sem um momento para reflexão fica difícil assimilar o que vem acontecendo ao nosso redor, aumentando as distrações, ansiedade, e assim perdemos controle de nossos pensamentos.

Goleman orienta que devemos dormir bem para ajudar na concentração e fazermos um jejum  "sem interrupções” em que compreende não ter reuniões, deixar de ler e-mail, e receber ligações evitando qualquer fonte de distração.

Ele exemplifica que no Google as pessoas são orientadas a parar por alguns minutos e prestar atenção na respiração no que contribui para ativação do circuito cerebral responsável pela concentração.

Ele diz que existem três tipos de foco, o interno em que você consegue concentrar independente do que ocorre a seu lado, o externo é como compreendemos todo o sistema e o empático para quem quiser ser um bom líder, o como entendemos e falamos com as pessoas. Bons exemplos de empresários com foco são aqueles que conseguem ter um autocontrole, motivam suas corporações e são hábeis em entender os sistemas das empresas.

Steve Jobs possuía o estado de consciência aberta que era dar atenção a tudo que ocorria na mente, a fonte da criatividade. Somente realizava outra tarefa quando concluída a atividade que desenvolvia.

Goleman diz que somente conseguimos isso com mais frequência quando gostamos do que fazemos.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A Importância do Coaching


COACHING

“A essência do coaching é liberar o potencial de uma pessoa para maximizar seu desempenho, ajudá-la a aprender em vez de ensiná-la” Tim Gallwey
Processo interativo e individual que auxilia pessoas a desenvolverem rapidamente suas novas habilidades e mudanças e a produzirem resultados mais satisfatórios em sua vida pessoal e profissional.
O coaching é uma alternativa poderosa para pessoas – coachees, através de uma assessoria pessoal - coach que sabe que o sucesso pessoal ou corporativo não é um ponto de chegada, mas um caminho que necessita de planejamento, superação de obstáculos, mudança de crença, excelência pessoal, motivação, equilíbrio, e transformação individual.
Para o coaching competência, habilidade e capacidade têm o mesmo entendimento e para um bom relacionamento de coaching a confiança é um fator essencial.
O coaching é pouco eficaz para as pessoas que:
·        Não se comprometem com agenda/ações/tarefas;
·         Não se responsabilizam pelos seus atos;
·         Têm dificuldades em receber feedback;
·         Não aceitam ser confrontados ou interrompidos;
·         São forçados por alguém ou pela empresa a participarem do coaching."
A metodologia do processo de coaching leva em média uns 03 meses ou 12 sessões e consta em utilizar perguntas poderosas e assim obter um maior comprometimento do coachee em cada etapa.
Inicialmente o coachee elabora a sua Roda da Vida no qual avalia as dez áreas essenciais de sua vida, quantificando de 0 a 10 por importância e planeja o que será necessário para melhorar ainda mais a sua harmonia ou equilíbrio.
“Quem não sabe aonde ir acaba sempre chegando a outro lugar” Princípio de Stuart.
O processo de coaching é focado em desenvolver competências e habilidades que faltam ao coachee no momento presente com foco no curto prazo para atingir o seu resultado.
O que se busca com o coaching é o desempenho máximo do coachee, a sua motivação. Nesse estágio, investiga-se e trata-se das crenças limitantes que interfiram no processo.
Da PNL sabemos que todas as pessoas possuem os recursos necessários para uma mudança e, portanto pode-se procurá-los em experiências de sucesso no passado e usá-los como base no processo.
Portanto identificar valores que lhes motivam e direcionam, a sua visão e a sua missão, levam os coachees a terem sucesso em seu Plano de Ação na busca de suas metas.

sábado, 31 de agosto de 2013

"A excelência , a qualidade não é um ato, mas sim um hábito"                                                                                          Aristoteles

Bons atos produzem bons resultados, maus hábitos produzem maus resultados. É uma questão de causa e efeito.
O sucesso é resultado de certos hábitos.Uma vez que um hábito se forma, nossos mecanismos automáticos assumem o controle e, inconscientemente, determinam o nosso comportamento em diferentes situações.
Pessoas bem sucedidas desenvolvem bons hábitos para gerenciar o tempo. Procrastinações, indecisões e inatividade são hábitos fracos que têm que ser mudados.
Quando me defronto com algo que tem que ser feito, eu faço, mas antes procuro formular bem objetivamente o que desejo. Sair do estado atual, do momento em que me encontro para atingir o estado desejado.
"O estado desejado é o objetivo. Não se pode definir os passos e recursos quando não se sabe exatamente em que situação se pretende estar no futuro".
Nossas atitudes refletem o nosso pensamento a respeito de nós mesmos e das outras pessoas. É uma postura mental, um conjunto de crenças, de pontos de vista.
O princípio de Stuart diz "Quem não sabe exatamente aonde ir acaba sempre chegando em outro lugar".
Para atingir metas, nós teremos que desenvolver habilidades, assim quais habilidades teremos que desenvolver para que sejamos capazes de atingir a uma determinada meta?
Há uma ferramenta, um artifício para a consecução de um propósito parcial e temporário que faz parte de um caminho para um objetivo mais amplo chamado PDCA, onde P - planejamento, D- Fazer, C - controlar e por sua vez o A - agir, corrigir. Dentro do planejamento há o treinamento, a realização repetida e consciente de certos atos ao longo do tempo para que gere um hábito. É importante saber disso!