quarta-feira, 15 de maio de 2013

Pressupostos, pré-suponha como verdadeiros e aja como se fossem!


Pressupostos.

De acordo com o dicionário Aurélio, é definido como “supor de antemão, presumir”.Em sites de pesquisa:
“Pressupostos são ideias não expressas de maneira explícita, mas que pode ser percebida a partir de certas palavras ou expressões utilizadas. Quanto a utilização de pressupostos, eles devem ser sempre verdadeiros ou aceitos como verdadeiros, pois eles que construirão informações explícitas;
O que se pode supor de modo antecipado; pressuposição. O que se pretende alcançar, buscar; meta, objetivo etc. Plano que se faz para desenvolver alguma coisa; projeto. Desculpa ou razão dada para disfarçar o real motivo de um comportamento ou omissão; desculpa, pretexto.”
Para a PNL – Programação Neuro-Linguística , segundo Joseph O’ Connor  “são princípios centrais, sua filosofia orientadora, “suas crenças”. Estes princípios não são com certeza verdadeiros ou universais. Não é necessário acreditar que são verdadeiros, [...] porque você os pré-supõe como sendo verdadeiros e depois age como se fossem.” Eis alguns:
“as pessoas respondem a sua experiência, não a realidade em si;Ter uma escolha ou opção é melhor do que ter uma escolha ou opção; as pessoas fazem a melhor escolha que podem no momento; Todas as ações tem um propósito; todo o comportamento tem uma intenção positiva; o significado da comunicação não é simplesmente aquilo que você pretende, mas também a resposta que obtém; mente e corpo formam um sistema. São expressões diferentes da mesma pessoa; se quiser aprender, aja”.
Se as pessoas experienciarem esses princípios, trabalharem a si mesmas para se tornarem as pessoas que realmente desejam ser e podem ser, certamente poderão ajudar a si mesmas e a outras pessoas de forma mais eficaz. É o equivalente no voo da vida a colocar a sua máscara primeiro e após ajudar o outro, não é mesmo?
Todo o ser humano responde a sua experiência, não a realidade em si, não sabemos o que é a realidade, o que é a verdade.
Desde que nascemos recebemos diversos estímulos que são diferentes de você, do outro, ou de mim, coisa que possa ter visto, presenciado, assistido, lido, ouvido, percebido, sentido em sua vida, experiências e que estão registrados em nossas mentes que vão nos formando como pessoas, caracterizando a nossa representação interna, o nosso mapa da vida. O seu medo não é o meu medo, a sua família não é a minha família as vivências são diferentes.
As pessoas fazem a melhor escolha que podem no momento resgatando o que tem da sua representação interna, pode ser uma escolha má, ou boa, uma derrota, e se oferecemos uma opção a mais, ela poderá adotá-la melhorando o seu mapa de mundo.
Através dessas escolhas todo o comportamento humano possui uma intenção positiva, eu disse todo o ser humano e em qualquer situação temos pelo menos um propósito que valorizamos e que nos beneficie. Uma pessoa não é o seu comportamento. Em nossas relações o que sabemos bem é criticar o outro, a pessoa, o ser humano, aquele que está na sua frente. O que se critica no outro tem a ver com o nosso desequilíbrio interno sendo projetado no outro. É importante que saibamos separar a intenção do comportamento.
Portanto nas relações, mente e corpo formam um sistema que precisa estar em equilíbrio para estarmos e sermos saudáveis. Mente e corpo se interagem e se influenciam mutuamente. O que ocorre em um afeta de imediato o outro. Quando nós pensamos de forma diferente, nossos corpos mudam. Quando agimos de forma diferente, modificamos nossos pensamentos e sentimentos e passamos a entender o mapa do outro.
O grande diferencial é que se pode aprender a ser mais feliz....
Saudações Indespianas.

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