Pressupostos.
De acordo com o dicionário Aurélio, é definido como “supor de antemão, presumir”.Em sites de pesquisa:
“Pressupostos são ideias
não expressas de maneira explícita, mas que pode ser percebida a partir de
certas palavras ou expressões utilizadas. Quanto a utilização de pressupostos,
eles devem ser sempre verdadeiros ou aceitos como verdadeiros, pois eles que construirão
informações explícitas;
O que se pode supor de modo
antecipado; pressuposição. O que se pretende alcançar, buscar; meta, objetivo etc. Plano que se faz para desenvolver alguma coisa;
projeto. Desculpa ou razão dada para
disfarçar o real motivo de um comportamento ou omissão; desculpa, pretexto.”
Para a PNL – Programação
Neuro-Linguística , segundo Joseph O’ Connor “são princípios centrais, sua filosofia
orientadora, “suas crenças”. Estes princípios não são com certeza verdadeiros
ou universais. Não é necessário acreditar que são verdadeiros, [...] porque
você os pré-supõe como sendo verdadeiros e depois age como se fossem.” Eis
alguns:
“as pessoas respondem a sua
experiência, não a realidade em si;Ter uma escolha ou opção é melhor do que ter
uma escolha ou opção; as pessoas fazem a melhor escolha que podem no momento;
Todas as ações tem um propósito; todo o comportamento tem uma intenção
positiva; o significado da comunicação não é simplesmente aquilo que você pretende,
mas também a resposta que obtém; mente e corpo formam um sistema. São
expressões diferentes da mesma pessoa; se quiser aprender, aja”.
Se as pessoas experienciarem
esses princípios, trabalharem a si mesmas para se tornarem as pessoas que
realmente desejam ser e podem ser, certamente poderão ajudar a si mesmas e a
outras pessoas de forma mais eficaz. É o equivalente no voo da vida a colocar a
sua máscara primeiro e após ajudar o outro, não é mesmo?
Todo o ser humano responde a
sua experiência, não a realidade em si, não sabemos o que é a realidade, o que
é a verdade.
Desde que nascemos recebemos
diversos estímulos que são diferentes de você, do outro, ou de mim, coisa que
possa ter visto, presenciado, assistido, lido, ouvido, percebido, sentido em
sua vida, experiências e que estão registrados em nossas mentes que vão nos
formando como pessoas, caracterizando a nossa representação interna, o nosso
mapa da vida. O seu medo não é o meu medo, a sua família não é a minha família
as vivências são diferentes.
As pessoas fazem a melhor
escolha que podem no momento resgatando o que tem da sua representação interna,
pode ser uma escolha má, ou boa, uma derrota, e se oferecemos uma opção a mais,
ela poderá adotá-la melhorando o seu mapa de mundo.
Através dessas escolhas todo
o comportamento humano possui uma intenção positiva, eu disse todo o ser humano
e em qualquer situação temos pelo menos um propósito que valorizamos e que nos
beneficie. Uma pessoa não é o seu comportamento. Em nossas relações o que
sabemos bem é criticar o outro, a pessoa, o ser humano, aquele que está na sua
frente. O que se critica no outro tem a ver com o nosso desequilíbrio interno
sendo projetado no outro. É importante que saibamos separar a intenção do
comportamento.
Portanto nas relações, mente
e corpo formam um sistema que precisa estar em equilíbrio para estarmos e
sermos saudáveis. Mente e corpo se interagem e se influenciam mutuamente. O que
ocorre em um afeta de imediato o outro. Quando nós pensamos de forma diferente,
nossos corpos mudam. Quando agimos de forma diferente, modificamos nossos
pensamentos e sentimentos e passamos a entender o mapa do outro.
O grande diferencial é que
se pode aprender a ser mais feliz....
Saudações Indespianas.
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