"A excelência , a qualidade não é um ato, mas sim um hábito" Aristoteles
Bons atos produzem bons resultados, maus hábitos produzem maus resultados. É uma questão de causa e efeito.
O sucesso é resultado de certos hábitos.Uma vez que um hábito se forma, nossos mecanismos automáticos assumem o controle e, inconscientemente, determinam o nosso comportamento em diferentes situações.
Pessoas bem sucedidas desenvolvem bons hábitos para gerenciar o tempo. Procrastinações, indecisões e inatividade são hábitos fracos que têm que ser mudados.
Quando me defronto com algo que tem que ser feito, eu faço, mas antes procuro formular bem objetivamente o que desejo. Sair do estado atual, do momento em que me encontro para atingir o estado desejado.
"O estado desejado é o objetivo. Não se pode definir os passos e recursos quando não se sabe exatamente em que situação se pretende estar no futuro".
Nossas atitudes refletem o nosso pensamento a respeito de nós mesmos e das outras pessoas. É uma postura mental, um conjunto de crenças, de pontos de vista.
O princípio de Stuart diz "Quem não sabe exatamente aonde ir acaba sempre chegando em outro lugar".
Para atingir metas, nós teremos que desenvolver habilidades, assim quais habilidades teremos que desenvolver para que sejamos capazes de atingir a uma determinada meta?
Há uma ferramenta, um artifício para a consecução de um propósito parcial e temporário que faz parte de um caminho para um objetivo mais amplo chamado PDCA, onde P - planejamento, D- Fazer, C - controlar e por sua vez o A - agir, corrigir. Dentro do planejamento há o treinamento, a realização repetida e consciente de certos atos ao longo do tempo para que gere um hábito. É importante saber disso!
sábado, 31 de agosto de 2013
Você sabe que sabe sobre o caos na vida?
GESTÃO
EFETIVA DO CAOS
No início da década de 1960, o meteorologista
americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples tinham um
comportamento tão caótico quanto a vida.
A essência da teoria do caos é que uma
mudança muito pequena nas condições iniciais de uma situação leva a efeitos
imprevisíveis. O efeito borboleta.
Um simples exemplo na construção civil,
o fato de se deixar de programar uma tarefa em seus detalhes leva o colaborador
a atrasar a atividade, a ter a sua produção reduzida, a obra não completar o programado, a administração
correr para corrigir, a focar mais na não conformidade em detrimento das outras, as atividades sequenciais postergadas, o planejamento não atingir o objetivo, levando o setor a refazer o planejamento e consequentemente
o atraso da obra e a insatisfação do cliente interno e externo.
Como disse Ken O’Donnell
em seu Curso da Gestão Efetiva do Caos, o caos é qualquer sistema vivo,
dinâmico, complexo, não linear, auto-organizado que passa por entropia e que
deva ser injetado energia vital para que se mantenha vivo.
Até que ponto você
tem uma atitude de criar condições saudáveis de crescimento no seu setor naquilo que você
toca? É preciso como no
caso do exemplo, fazer um monitoramento constante, cuidar das coisas, de si e
das pessoas para o sucesso. Deve-se pensar nas invariáveis.
Segundo Ken, Einstein
dizia que não é possível solucionar um problema com a mesma mentalidade que o
criou, portanto para mudar um sistema tem-se que mudar a consciência, a forma
de pensar.
Todos estamos sendo
pressionados num sistema, cada um deve fazer algo. Aprender a lidar com os
sinais pessoais é o caminho.
Convivemos com
equívocos, a pressão do irreal (fantasia) como foco, acaba se tornando a realidade
de cada um podendo levar ao estresse, a tensão. Somos demasiadamente subjetivos.
A resistência à
mudança (a cultura, a política) torna-se grande quando o tempo é curto e para
suavizar deve-se compreender e a liderança aumentar o tempo de implementação.
A liderança é
pessoal, é relacionamento, é a qualidade da conversa, deve ter credibilidade,
falar e fazer, ser imparcial, não ter favoritos, respeitoso, ter orgulho do que
faz, ter uma mente camarada e num ambiente, dinâmico, turbulento e globalizado
requer a capacidade de lidar com as incertezas permanentes - a falta de conhecimento no resultado de uma ação ou do efeito de uma condição.
Assim, a comunicação deve
ser o desafio constante nas organizações para uma satisfatória forma de se lidar com o caos.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
A Integração entre setores da organização
Um olhar
sobre o universo da Integração entre setores nas organizações
Uma das questões mais importantes é a integração dos novos colaboradores
quando eles são admitidos na empresa. Essa questão merece importância e é
fundamental tratarmos disso.
Para isso, acredito que a empresa deva ter um bom programa de
boas vindas, maior que um simples programa de integração, haja integração
RH/Setores/Obras/treinamento.
Um programa de boas vindas deve receber o novo empregado,
acolhê-lo já no ato da inscrição, fazê-lo sentir parte do time. Fazer parte do
time significa saber em que posição se vai jogar, qual resultado se espera,
qual a equipe que está no time com ele, o que se espera desse time, quais os
seus direitos, como a empresa funciona, como é e como funciona o canal de
comunicação dentro dela, qual o seu plano de carreira, quando e como o
empregado pode contar com a empresa ao precisar dela.
Quando se estabelece um contrato de trabalho com a empresa, esse
contrato é assinado pelos dois lados, pelo empregado e empresa. Então, direitos
e também obrigações devem ficar claros. É necessário que o novo empregado saiba
as suas responsabilidades, antes de saber o que tem que ser feito, para que o
seu resultado seja mais efetivo. Ninguém consegue dar um bom resultado se não
sabe a razão do que está fazendo, qual sua contribuição para o produto final e
para o cliente.
Integrar o funcionário é isso. É dar conhecimento a ele da sua
importância dentro da organização; é clarear as interfaces do seu trabalho; é
apresentar os clientes internos e explicar a sua responsabilidade para com
eles; é deixar claro a importância da sua contribuição para a continuidade do
trabalho pelo outro; é deixar claro a importância do seu trabalho para o
produto final ou serviço comprado pelo cliente. É entender a Política de
Qualidade da Empresa. É se reconhecer como Colaborador S/A,
afinal os valores, a visão e missão se assemelham.
Seguramente um programa bem elaborado, com boa comunicação,
dirigido ao colaborador dá bons resultados. Um programa de boas vindas
não deixa de ser um programa de comunicação. Para isso é importante que o
conteúdo, a forma, a linguagem, os recursos sejam adaptados para o bom
entendimento deles. O comunicador, o emissor deve se fazer entender para o
receptor captar a mensagem e dar o resultado esperado, pois comunicação é
resultado. Então essa questão tem que ser considerada. Pessoas têm
entendimentos diferentes sobre as coisas e maneiras diferentes de aprender
também.
Algumas empresas também trabalham com terceiros e é importante que se desenvolva
junto com a empresa fornecedora um programa de boas vindas específico e com
conteúdo dirigido para esses colaboradores. O colaborador é empregado do
terceiro, mas ele está trabalhando e contribuindo para o produto final da organização.
Então, ele também deve estar bem sintonizado, treinado, monitorado e se sentir
parte do mesmo time.
Como os colaboradores são recebidos no canteiro de obras e administração central?
São orientados pelo técnico/administração no que têm que fazer, treinados nas
instruções de serviços, mapas de processos ou pela pressa acabam sendo enviados às frentes de serviços para
cumprirem com o resultado do mês? Com essa última atitude os colaboradores
acabam aprendendo sozinhos, aprendem muitas vezes de maneira errada, utilizam
as suas experiências trazidas de outras empresas por ser mais fácil e cômodo, adquirem
vícios que podem comprometer o trabalho, portanto ficam no comando, deixando de
atingir o resultado esperado.
Um profissional que se sente acolhido, orientado e
responsabilizado, com certeza vai se sentir motivado e vai produzir muito
melhor e provavelmente a obra irá atingir o objetivo. Integrar é preciso..
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