sábado, 31 de agosto de 2013

Você sabe que sabe sobre o caos na vida?


GESTÃO EFETIVA DO CAOS

No início da década de 1960, o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples tinham um comportamento tão caótico quanto a vida.

A essência da teoria do caos é que uma mudança muito pequena nas condições iniciais de uma situação leva a efeitos imprevisíveis. O efeito borboleta.

Um simples exemplo na construção civil, o fato de se deixar de programar uma tarefa em seus detalhes leva o colaborador a atrasar a atividade, a ter a sua produção reduzida, a obra não completar o programado, a administração correr para corrigir, a focar mais na não conformidade em detrimento das outras, as atividades sequenciais postergadas, o planejamento não atingir o objetivo, levando o setor a refazer o planejamento e consequentemente o atraso da obra e a insatisfação do cliente interno e externo.

Como disse Ken O’Donnell em seu Curso da Gestão Efetiva do Caos, o caos é qualquer sistema vivo, dinâmico, complexo, não linear, auto-organizado que passa por entropia e que deva ser injetado energia vital para que se mantenha vivo.

Até que ponto você tem uma atitude de criar condições saudáveis de crescimento no seu setor naquilo que você toca? É preciso como no caso do exemplo, fazer um monitoramento constante, cuidar das coisas, de si e das pessoas para o sucesso. Deve-se pensar nas invariáveis.

Segundo Ken, Einstein dizia que não é possível solucionar um problema com a mesma mentalidade que o criou, portanto para mudar um sistema tem-se que mudar a consciência, a forma de pensar.

Todos estamos sendo pressionados num sistema, cada um deve fazer algo. Aprender a lidar com os sinais pessoais é o caminho.

Convivemos com equívocos, a pressão do irreal (fantasia) como foco, acaba se tornando a realidade de cada um podendo levar ao estresse, a tensão. Somos demasiadamente subjetivos.

A resistência à mudança (a cultura, a política) torna-se grande quando o tempo é curto e para suavizar deve-se compreender e a liderança aumentar o tempo de implementação.

A liderança é pessoal, é relacionamento, é a qualidade da conversa, deve ter credibilidade, falar e fazer, ser imparcial, não ter favoritos, respeitoso, ter orgulho do que faz, ter uma mente camarada e num ambiente, dinâmico, turbulento e globalizado requer a capacidade de lidar com as incertezas permanentes - a falta de conhecimento no resultado de uma ação ou do efeito de uma condição.

Assim, a comunicação deve ser o desafio constante nas organizações para uma satisfatória forma de se  lidar com o caos.

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