quinta-feira, 21 de março de 2013
A mudança incomoda!
A propósito de uma conversa que tive com amigos pude perceber a distância que existe entre aceitar a mudança e o outro. Como "sofrem" essas pessoas...mas podem reverter isso.
"Lembre-se, os incômodos que sentimos na presença de outras pessoas estão em nós e não nos outros. Ao mudar a forma de perceber o outro, você não sentirá mais a necessidade de mudá-lo.
Uma das principais causas de sofrimento e angústia na vida de muitas pessoas são os conflitos de relacionamento. Muitos desses conflitos acontecem pela expectativa que se cria sobre a outra pessoa e pela não aceitação do outro".
Aceitar o outro é um dos principais pilares para manter um relacionamento harmonioso com qualquer pessoa, porém se há uma grande dificuldade para aceitar, pelo menos entender, pois o outro pode estar sobre cobrança, sobre pressão, etc. Quando existe a intenção de mudar alguém, cria-se uma tensão no vínculo entre essas pessoas, pois a maioria irá resistir a essa tentativa de ser influenciada. E se você está influenciado emocionalmente como acreditas que agirá? faltará provavelmente recursos para se sair pouco melhor da situação, não é?
Somos seres humanos, nossos egos nos direcionarão de forma inconsciente seguindo os caminhos que possuímos nos registros de nossa mente e portanto poderemos ser surpreendidos, porém sempre acreditaremos que estaremos com a verdade, mas o que é a verdade?
O caminho para o bom entendimento se aprende e o interessante que você possui todos os recursos necessários, mas como seria se você se desprendesse da autosuficiência inconsciente e partisse para a transformação interna? Afinal, promovendo a própria renovação, o espetáculo é que o mundo muda a seu redor....Qual é o seu propósito na vida? É ser feliz? ou não?
Saudações Indespianas!
terça-feira, 19 de março de 2013
"Conheça a ti mesmo"
CONHEÇA A TI MESMO
"É necessário se conhecer melhor para ser feliz. “Conheça-te a ti mesmo”, essa frase emblemática é o fundamento de toda felicidade aqui na terra. Sócrates aconselhava seus discípulos a se autoconhecerem, pois somente assim as pessoas sairiam da caverna, das trevas de seus espíritos para alcançarem a luz, a verdade e a felicidade".
Quando nos conhecemos dificilmente agimos por impulso, dificilmente somos dominados por nossas paixões, mais resolvidos e determinados somos em nossos objetivos. Conhecer a si mesmo significava que devemos nos ocupar menos com as coisas desse mundo, como riquezas, fama e poder, e nos preocuparmos mais com o cultivo de si, cultivando o conhecimento para contemplar o bem, o belo e a verdade. Somente assim seremos felizes.
Hoje em dia saímos de nossas escolas com farto conhecimento técnico, muito louvável porém negavelmente virtuoso para uma relação com o outro e maior ainda consigo.
O autoconhecimento transcende ao universo diário de informações que cada um vivencia. Somos muito bons naquilo que não conhecemos e discutimos com galhardia como verdade. Pergunto, estaria errado aquele que processa e negocia o seu entendimento? a meu ver, é claro que não, pois é a sua experiência, sua história de vida, memórias a referência que tem registrada e confirmada pelos seus metaprogramas.
Quanto mais descrição do mundo você tiver, mais rico será o seu modelo de mundo e portanto a sua relação com o mundo do outro será mais transparente, entendível, conseguindo você se sair melhor dos entraves que por ventura possa se aventurar.
Ferramenta para aprendizado, para o autoconhecimento é através da prática, basta buscar o "alimento", ter o interesse, conseguir vencer o medo de si e você tem a melhor escola para isso, pois possui todos os recursos necessários.
Não concorde comigo depressa demais. Pense um pouco no que lês e depois me diga a sua opinião.
Saudações.
sábado, 9 de março de 2013
Querer é fundamental para o processo de mudança.
A propósito do aprendizado, ao resistirmos à dor, sentimos
resistência a nos darmos conta, a aprender.
De acordo com Peter Senge " as pessoas não resistem à mudança, resistem a ser mudadas" e isso é que vivenciamos.
A pressão no trabalho é enorme e muitas vezes há a exigência,
a negligência, existe a incongruência entre o dizer e o fazer. Esta
incongruência não é apenas pessoal, é também organizacional. Quantas
organizações são congruentes com os valores que declaram?
E você quais são os seus valores? Estão congruentes. Essas
incongruências entre o dizer e fazer são geradoras de patologia e faz o
patrimônio maior de uma empresa, os recursos humanos adoecerem.
Uma coisa é saber o que é correto, e algo muito diferente é
fazer o que acreditamos que é correto. Como escreveu Guimarães Rosa “a gente
sabe bem aquilo que não entende.” Isso é fato, não é?
Gerenciamento se refere à gerência e liderança se refere ao
que somos. É preciso se dar ao conhecimento, aquilo que você aprendeu fora é
importante, mas como ser mais produtivo é preciso consciência e trazer para si
a responsabilidade em seu novo local de trabalho. Portanto você tem que querer.
“O discípulo falou:
Eu gostaria de aprender, você me ensinaria?
Não acredito que você saiba como aprender, disse o mestre.
Você pode me ensinar a aprender?
Você pode aprender a deixar que eu te ensine?
O ensinar só é possível quando também é possível aprender.
O mestre não é o que guia, mas aquele que ajuda no
autodescobrimento e que descubras a partir de ti a realidade.” Antthony de Melo.
Ninguém é uma pessoa, diretor, gerente, líder, melhor por
ler livros, ver vídeos, assistir cursos. O desenvolvimento de habilidades, e a
capacidade de transformação requerem prática e coerência.
Como é importante conhecer o seu nível neurológico - o seu
ambiente, o seu comportamento, a sua capacidade,
as suas crenças e valores, a sua identidade (quem é você?) e qual o seu
propósito em seu universo de vida. Qual a sua meta? O que você quer? E se não
soubesse como seria?
Saudações Indespianas!
sábado, 2 de março de 2013
A Inovação é no entendimento que se transforma..
O Jornalista formado pela Faculdade de Comunicação Cásper
Líbero, Eric Cozza descreveu em seu trabalho sobre Inovação nas empresas construtoras:
Artigo publicado na revista “Harvard Business Review” (HBR
Brasil vol.82):
“Num mercado interconectado, um competidor só adotará uma novidade
quando acreditar que os demais também o farão.” Para muitas construtoras
brasileiras, a frase poderia ser adaptada para “um competidor só adotará uma
novidade quando tiver certeza que os demais já o fizeram e não deu nenhum
problema.”
Ele afirma que com pensamentos do gênero, dá para imaginar a
dificuldade de introduzir a inovação no setor, mas ainda assim, muita coisa
caminhou nos últimos anos.
Nesse artigo ele comenta sobre “A Construção Civil rompendo
paradigmas”, texto que defende que os
processos e as práticas do setor devem passar por uma “revisão radical” em virtude
das alterações de mercado, a introdução de novas tecnologias e o aumento das
expectativas dos clientes, e como principal aspecto a “forma como a Indústria
está operando e como ela incorpora valor ao produto final”.
Segundo ele [...] os professores W. Chan Kim e Renée
Mauborgne descreveram tal conceito em artigo intitulado “A estratégia do oceano
azul” publicado na revista Harvard Business Review (HBR Brasil vol.82 no10) define:
“O universo dos
negócios é formado de dois tipos distintos de espaço: um é o oceano vermelho,
o outro o oceano azul.” O oceano vermelho representa setores
existentes, ou seja, o mercado conhecido. Nele, as fronteiras já foram
definidas e as regras do jogo já estão assimiladas. Todos tentam se sair melhor
do que os rivais para abocanhar uma fatia maior da demanda existente. Conforme
o espaço fica mais lotado, as perspectivas de lucro e de crescimento diminuem.
“A concorrência cada vez maior tinge a água de sangue”, afirmam os professores.
Já o oceano azul representa todo o setor que ainda não nasceu, ou seja,
o espaço de mercado GOLPE NA MESMICE 15 desconhecido, ainda inexplorado pela
concorrência. Ali, a demanda é criada e não disputada. Há ampla oportunidade de
crescimento rápido.”
Cozza sentencia que: ou as construtoras, independentemente
do porte e da área de atuação, descobrem como incorporar um novo valor,
inovação ao produto final e, ao mesmo tempo, devem partir em busca dos mercados
inexplorados ou tenderão a ficarem paradas, fazendo coro ao justo, mas nem
sempre prático, discurso contra a carga tributária, a burocracia, as confusões
jurídicas e a concorrência desleal. Ele afirma que seja possível fazer as duas
coisas, com bons resultados, em ambas as frentes.
Ele partiu do princípio de que o cliente não é obrigado a entender
de construção civil, mas que a empresa tenha foco em relacionamento e na necessidade
do cliente, ou seja uma “viabilizadora de processos”, exatamente um modelo de
negócios, estando aí o Processo de Inovação....Como anda a sua empresa você S/A? Há um modelo de processo para integração de todas as partes?
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