O Jornalista formado pela Faculdade de Comunicação Cásper
Líbero, Eric Cozza descreveu em seu trabalho sobre Inovação nas empresas construtoras:
Artigo publicado na revista “Harvard Business Review” (HBR
Brasil vol.82):
“Num mercado interconectado, um competidor só adotará uma novidade
quando acreditar que os demais também o farão.” Para muitas construtoras
brasileiras, a frase poderia ser adaptada para “um competidor só adotará uma
novidade quando tiver certeza que os demais já o fizeram e não deu nenhum
problema.”
Ele afirma que com pensamentos do gênero, dá para imaginar a
dificuldade de introduzir a inovação no setor, mas ainda assim, muita coisa
caminhou nos últimos anos.
Nesse artigo ele comenta sobre “A Construção Civil rompendo
paradigmas”, texto que defende que os
processos e as práticas do setor devem passar por uma “revisão radical” em virtude
das alterações de mercado, a introdução de novas tecnologias e o aumento das
expectativas dos clientes, e como principal aspecto a “forma como a Indústria
está operando e como ela incorpora valor ao produto final”.
Segundo ele [...] os professores W. Chan Kim e Renée
Mauborgne descreveram tal conceito em artigo intitulado “A estratégia do oceano
azul” publicado na revista Harvard Business Review (HBR Brasil vol.82 no10) define:
“O universo dos
negócios é formado de dois tipos distintos de espaço: um é o oceano vermelho,
o outro o oceano azul.” O oceano vermelho representa setores
existentes, ou seja, o mercado conhecido. Nele, as fronteiras já foram
definidas e as regras do jogo já estão assimiladas. Todos tentam se sair melhor
do que os rivais para abocanhar uma fatia maior da demanda existente. Conforme
o espaço fica mais lotado, as perspectivas de lucro e de crescimento diminuem.
“A concorrência cada vez maior tinge a água de sangue”, afirmam os professores.
Já o oceano azul representa todo o setor que ainda não nasceu, ou seja,
o espaço de mercado GOLPE NA MESMICE 15 desconhecido, ainda inexplorado pela
concorrência. Ali, a demanda é criada e não disputada. Há ampla oportunidade de
crescimento rápido.”
Cozza sentencia que: ou as construtoras, independentemente
do porte e da área de atuação, descobrem como incorporar um novo valor,
inovação ao produto final e, ao mesmo tempo, devem partir em busca dos mercados
inexplorados ou tenderão a ficarem paradas, fazendo coro ao justo, mas nem
sempre prático, discurso contra a carga tributária, a burocracia, as confusões
jurídicas e a concorrência desleal. Ele afirma que seja possível fazer as duas
coisas, com bons resultados, em ambas as frentes.
Ele partiu do princípio de que o cliente não é obrigado a entender
de construção civil, mas que a empresa tenha foco em relacionamento e na necessidade
do cliente, ou seja uma “viabilizadora de processos”, exatamente um modelo de
negócios, estando aí o Processo de Inovação....Como anda a sua empresa você S/A? Há um modelo de processo para integração de todas as partes?
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