sábado, 2 de março de 2013

A Inovação é no entendimento que se transforma..


O Jornalista formado pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, Eric Cozza descreveu em seu trabalho sobre Inovação nas empresas construtoras:
Artigo publicado na revista “Harvard Business Review” (HBR Brasil vol.82):
“Num mercado interconectado, um competidor só adotará uma novidade quando acreditar que os demais também o farão.” Para muitas construtoras brasileiras, a frase poderia ser adaptada para “um competidor só adotará uma novidade quando tiver certeza que os demais já o fizeram e não deu nenhum problema.”
Ele afirma que com pensamentos do gênero, dá para imaginar a dificuldade de introduzir a inovação no setor, mas ainda assim, muita coisa caminhou nos últimos anos.
Nesse artigo ele comenta sobre “A Construção Civil rompendo paradigmas”,  texto que defende que os processos e as práticas do setor devem passar por uma “revisão radical” em virtude das alterações de mercado, a introdução de novas tecnologias e o aumento das expectativas dos clientes, e como principal aspecto a “forma como a Indústria está operando e como ela incorpora valor ao produto final”.
Segundo ele [...] os professores W. Chan Kim e Renée Mauborgne descreveram tal conceito em artigo intitulado “A estratégia do oceano azul” publicado na revista Harvard Business Review (HBR Brasil vol.82 no10) define:
 “O universo dos negócios é formado de dois tipos distintos de espaço: um é o oceano vermelho, o outro o oceano azul.” O oceano vermelho representa setores existentes, ou seja, o mercado conhecido. Nele, as fronteiras já foram definidas e as regras do jogo já estão assimiladas. Todos tentam se sair melhor do que os rivais para abocanhar uma fatia maior da demanda existente. Conforme o espaço fica mais lotado, as perspectivas de lucro e de crescimento diminuem. “A concorrência cada vez maior tinge a água de sangue”, afirmam os professores. Já o oceano azul representa todo o setor que ainda não nasceu, ou seja, o espaço de mercado GOLPE NA MESMICE 15 desconhecido, ainda inexplorado pela concorrência. Ali, a demanda é criada e não disputada. Há ampla oportunidade de crescimento rápido.”
Cozza sentencia que: ou as construtoras, independentemente do porte e da área de atuação, descobrem como incorporar um novo valor, inovação ao produto final e, ao mesmo tempo, devem partir em busca dos mercados inexplorados ou tenderão a ficarem paradas, fazendo coro ao justo, mas nem sempre prático, discurso contra a carga tributária, a burocracia, as confusões jurídicas e a concorrência desleal. Ele afirma que seja possível fazer as duas coisas, com bons resultados, em ambas as frentes.
Ele partiu do princípio de que o cliente não é obrigado a entender de construção civil, mas que a empresa tenha foco em relacionamento e na necessidade do cliente, ou seja uma “viabilizadora de processos”, exatamente um modelo de negócios, estando aí o Processo de Inovação....Como anda a sua empresa você S/A? Há um modelo de processo para integração de todas as partes?




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